terça-feira, 11 de agosto de 2009

Vem !


Vem !

Ordeno-te eu!
Faz-me tua !
Transbordo de tesão !
Escorro com o desejo de te ter ... uma e outra vez ...
Hoje sinto-me assim ...
Lambe-me , suga-me ...
E percorre com a tua língua ágil , todas as minhas entradas ...
Teus dedos malabaristas me exploram , nesta tarde em que sonho acordada ....
Aiii ! como estou só de imaginar (te)!!!
F...-me com a língua , com os dedos ... prepara o terreno para te receber , por inteiro , todo Meu !
Enlouquece-me !
Meu Amor Alado !

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Minha Memória

Minha Memória
"Minha memória não é a de um caderno-espiral, para distribuir e censurar as confissões, mentir sua extensão e abreviar o conteúdo. É de um caderno capa dura. Não consigo apagar uma lembrança, mesmo que seja dolorida ou humilhante ou os dois. Muito menos alterar seu número de páginas conforme as necessidades da relação. Não sou de riscar o que aconteceu para parecer mais maduro, ou eliminar as contradições e simular coerência. Inclino-me a conviver com as rasuras e insatisfações. O branco do corretivo sempre me irritou mais do que a mancha violeta.

Momentos A Dois