sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Meu Corpo



Meu corpo que invade o seu
Seu corpo que toma conta da minha alma
E me contempla
Como numa descoberta
Meus seios que tocam seu calor
Seus braços que envolvem o meu querer
Suas mãos que decifram todos os meus mistérios
Meu sangue corre e queima
Minha mente inventa caminhos
Esses, que burlam o tempo e a distância
Na ânsia devorante do teu sexo
No delírio provocante das suas palavras
Me alcance, me beba
Sorvendo todo o meu néctar
Tome o que é teu...
Meu corpo e minha existência.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Você não pode tentar fazer coisas,
você deve simplesmente fazê-las
então...deixe seu comentário...

width="468" width=

Minha Memória

Minha Memória
"Minha memória não é a de um caderno-espiral, para distribuir e censurar as confissões, mentir sua extensão e abreviar o conteúdo. É de um caderno capa dura. Não consigo apagar uma lembrança, mesmo que seja dolorida ou humilhante ou os dois. Muito menos alterar seu número de páginas conforme as necessidades da relação. Não sou de riscar o que aconteceu para parecer mais maduro, ou eliminar as contradições e simular coerência. Inclino-me a conviver com as rasuras e insatisfações. O branco do corretivo sempre me irritou mais do que a mancha violeta.

Momentos A Dois