segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Esse Seu Jogo!



Ah, desejo indecente
Que invade minha mente
Me enlouquece de prazer
Fecho os olhos a sonhar
E te sinto a me tocar
Fazendo o corpo estremecer,
Sua boca castigando
Pelas curvas deslizando
Fazendo a pele queimar
Não sei como segurar
E não me entregar
A esse desejo vulgar
Sei que é loucura
Mas não há cura
Para essa louca paixão
O que quero é te amar
E sem medo me entregar
De corpo alma e coração
Até quando vai durar
Esse jogo sedutor
Até quando vamos ficar
Brincando de amor!


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Minha Memória

Minha Memória
"Minha memória não é a de um caderno-espiral, para distribuir e censurar as confissões, mentir sua extensão e abreviar o conteúdo. É de um caderno capa dura. Não consigo apagar uma lembrança, mesmo que seja dolorida ou humilhante ou os dois. Muito menos alterar seu número de páginas conforme as necessidades da relação. Não sou de riscar o que aconteceu para parecer mais maduro, ou eliminar as contradições e simular coerência. Inclino-me a conviver com as rasuras e insatisfações. O branco do corretivo sempre me irritou mais do que a mancha violeta.

Momentos A Dois